Informações, Novidades e Empregos em Tecnologia e Concursos Públicos em TI

WINDOWS

Windows esconde backdoor da NSA

A Microsoft está permitindo que a NSA (Agência de Segurança Nacional) espione seus usuários do Windows, no caso você.

Foi encontrado novamente um tipo de backdoor no Windows 10, que já havia sido encontrado no Windows 8 e 2000, onde aponta para os servidores da NSA, assim dando acesso ao seu computador pessoal.

O backdoor foi localizado com nome de ADVAPI.DLL no diretório “\Windows\system”, que segundo especialistas executa uma chave criptografada de segurança que apenas o governo dos Estados Unidos tem acesso e permite executar.

Os especialistas que encontraram o arquivo espião, disseram que também pode ser usado contra os espiões. Mas não liberaram detalhes de como fazer isso.


Trojans bancários brasileiros estão utilizando o PowerShell do Windows

Cibercriminosos estão sempre buscando novas formas de melhorar o desenvolvimento de código malicioso usado para roubar dinheiro, e agora os desenvolvedores de trojans bancários brasileiros fizeram uma importante adição ao seu arsenal: o uso do PowerShell. O Brasil foi no 1º. Trimestre de 2016 o país mais afetado por trojans bancários no mundo, é também sabido que a qualidade do malware brasileiro está evoluindo dramaticamente. Encontramos o Trojan-Proxy.PowerShell.Agent.a disseminado em ataques há alguns dias trás, tornando-se uma nova conquista dos cibercriminosos brasileiros.

O malware foi distribuído usando uma campanha de e-mail maliciosa disfarçada como fatura de uma operadora de celular, com links de download para um arquivo .PIF. Após a execução do malware, ele irá alterar as configurações de proxy do Internet Explorer para um servidor que irá redirecionar as conexões para páginas de phishing de bancos brasileiros. É a mesma técnica usada pelos scripts de PAC maliciosos que descrevemos em 2013, mas dessa vez não há o uso de PACs, a mudança no sistema afetado é feita usando um script PowerShell. Como o Windows 7 e outros sistemas mais modernos que suportam a execução desses scripts são agora os mais populares no Brasil, o malware não terá nenhum problema de compatibilidade para infectar o computador das vítimas.

O malware não possuí comunicação com um C2 (controle e comando). Depois de executado ele irá usar o processo powershell.exe com a seguinte linha de comando: “-ExecutionPolicy Bypass -File %TEMP%\599D.tmp\599E.ps1” visando burlar as políticas de proteção que possam ser usadas pelo PowerShell. O arquivo .ps1 criado na pasta temporária usa nomes randômicos. O script é encodado com base64 e é ele o responsável pelas mudanças no sistema:

2016-08-10_19-58-33(2)

Após desencodado podemos ver o verdadeiro propósito do script: mudar a chave do Internet Explorer que irá ativar um sevidor de proxy:

2016-08-10_20-01-46 (2)

Esse será o resultado da execução do malware no browser da vítima: uma pequena mudança, mas de grande impacto:

2016-08-10_20-15-24
A mudança irá afetar não apenas o IE, mas sim todos os outros navegadores instalados no sistema, como o Chrome ou Firefox. Isso acontece porque esses navegadores costumam usar as configurações de proxy usadas pelo IE. Os domínios usados no ataque estão listados abaixo – todos eles usam servidores de DNS dinâmicos e o objetivo é direcionar o tráfego para um servidor localizado na Holanda (89.34.99.45), onde há diversas páginas de phishing de bancos brasileiros:
gbplugin.[REMOVIDO].com.br
moduloseguro.[REMOVIDO].com.br
x0x0.[REMOVIDO].com.br
X1x1.[REMOVIDO].com.br
O malware também tem um recurso interessante: ele verifica o idioma configurado no sistema operacional infectado e aborta a execução caso o idioma não seja PTBR, um truque inteligente que visa evitar a infecção de pessoas que não usam esse idioma em seu computador, e assim limitar as infecções a brasileiros.
Para proteger uma rede ou computador contra esses ataques que usam o PowerShell é importante modificar as permissões do recurso, usando templates administrativos que irão permitir somente a execução de scripts assinados.

Microsoft encerra suporte ao Windows 8 nesta terça-feira

Se você ainda está no Windows 8, é um bom momento para abandoná-lo de vez. O suporte para o sistema operacional se encerra nesta terça-feira, 12, o que o sistema deixará de receber atualizações e se tornará inseguro, já que possíveis brechas não serão mais vedadas pela Microsoft.

Assim, é uma boa ideia realizar a atualização para o Windows 8.1, que pode ser feita gratuitamente. O update para o 8.1 também dá acesso ao Windows 10, que também pode ser instalado sem custo adicional até o fim de julho de 2016. Quem não quiser atualizar estará exposto a diversos riscos.

Normalmente, a Microsoft dá dez anos, ou até mais em casos excepcionais, de suporte aos seus sistemas operacionais. O Windows 8, lançado em 2012, não terá a mesma sorte por causa de uma particularidade da versão 8.1.

O site ZDNet explica que a empresa considera o 8.1, de 2013, um “service pack” do Windows 8, e não um outro sistema operacional. As regras permitem que os usuários adiem por até dois anos a instalação deste pacote de serviços, mas depois disso eles estão por conta própria.

Portanto, se você tem um PC com Windows 8, atualize-o se não quiser ficar vulnerável. O update para a versão 8.1 expande o suporte até 2023. Se quiser ir além e instalar o Windows 10, receberá suporte até 2025. Até mesmo fazer o downgrade para o Windows 7 garante mais tempo de suporte, já que os planos da Microsoft vão até 2020.

Apesar de ser um fracasso comercial e ter participação pífia no mercado em comparação com outras versões do Windows, não é possível negligenciar o Windows 8. Os estudos mais recentes estimam que entre 2% e 3% dos desktops e laptops no mundo rodam a versão 8 do sistema. De um total estimado de 1,5 bilhão de máquinas, isso totalizaria entre 30 milhões e 40 milhões de computadores. Trata-se de um público enorme que deve ficar desprotegido a partir desta terça-feira.

Fonte:

http://www.zdnet.com/article/still-running-windows-8-time-to-upgrade-or-else/

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/aviso-microsoft-encerra-suporte-ao-windows-8-nesta-terca-feira/54295


Windows 10 usa sua internet para distribuir updates para outras pessoas

Agora que boa parte dos usuários de PC já está no Windows 10, é importante conhecer um recurso (ou problema, dependendo do ponto de vista) do novo sistema. Se você permitir, ele vai utilizar a sua conexão com a internet para distribuir atualizações para outras pessoas.

A ferramenta se chama “Otimização de Entrega do Windows”, e está ativada como padrão a partir do momento em que você atualiza seu computador. Ela é feita para descentralizar o Windows Update, tornando-o menos dependente dos servidores da Microsoft, permitindo que quem já tenha os arquivos necessários possa distribui-los online para quem ainda precisa. Se você já baixou algum arquivo via Torrent na internet, o esquema é o mesmo, usando um sistema peer-to-peer (P2P).

A prática também pode ser aplicada à rede local da sua casa ou do seu trabalho. Se você tem mais de um computador conectado à mesma rede, um deles, que já tenha todos os arquivos, pode ajudar os outros a serem atualizados mais rapidamente. No entanto, é compreensível que muitas pessoas não queiram compartilhar sua internet, por diversos motivos, incluindo o temor de uma redução da velocidade de conexão, ou uma possível franquia limitada.

A Microsoft diz, no entanto, que o recurso não deve reduzir a sua velocidade de conexão, já que ele usa apenas uma porção limitada da sua banda inativa. Mesmo assim, quem se incomoda tem a alternativa de desativar a ferramenta.

Antes de tudo, é importante avisar: quem desativar totalmente a opção, também não poderá aproveitá-la para baixar as atualizações mais rapidamente, e dependerá apenas dos servidores da Microsoft. Se eles ficarem sobrecarregados, a tarefa pode demorar mais do que deveria. Aviso dado, veja como prosseguir:

Para isso, é necessário entrar em Configurações > Atualizações e Segurança > Windows Update > Opções Avançadas.

Você vai se deparar com esta tela abaixo. Pressione Escolher como as atualizações serão obtidas.

Reprodução

Em seguida, você pode tem três alternativas: a primeira é desativar completamente o recurso. A segunda é mantê-lo, mas apenas para os computadores da sua rede local. A terceira é mantê-lo amplamente, atualizando os PCs da rede local e da internet como um todo. Marque a alternativa que você prefere.

Reprodução

Fonte:
 Via The Next Web

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/windows-10-usa-sua-internet-para-distribuir-updates-para-outras-pessoas/50189


Understanding Microsoft Virtualization Solutions, From the Desktop to the Datacenter

O livro Understanding Microsoft Virtualization Solutions, From the Desktop to the Datacenter é um ótimo material para profissionais de TI que querem aprender mais sobre as mais recentes tecnologias de virtualização da Microsoft. Também indicado para estuantes de faculdades e concursos públicos. Vale a pena conferir !!!!

Paginas: 480

Formato: PDF

Tamanho: 10,6 MB

Idioma: Inglês

Download (MEGA):http://preview.tinyurl.com/p6zj9pc

DEIXE O SEU COMENTÁRIO.

 


Fim do Windows XP: Microsoft recomenda que consumidor compre computador novo

É isso, acabou para o Windows XP. A partir de hoje o sistema operacional vira passado, embora ainda esteja bem vivo nos computadores de milhões de brasileiros. Quase 11% dos computadores daqui estão equipados com ele, ou seja, 12 milhões de máquinas já estão sem suporte.

A Microsoft prometeu atualizar os produtos antimalware do Windows XP por mais um ano, mas isso não significa segurança, tanto que a empresa passou semanas fazendo campanha para convencer os clientes a abandonar o sistema. Em contato com o Olhar Digital, a Microsoft foi direta: a melhor solução, a partir desta terça-feira, 8, é comprar outro computador.

Essa pode não ser a saída mais agradável para os bolsos, mas a empresa garante estar batalhando condições favoráveis. “A Microsoft trabalha com varejistas de todo o Brasil para que eles ofereçam produtos variados e formas de pagamentos facilitada (por exemplo: 12 vezes sem juros) para que o cliente possa comprar um novo computador”, disse, salientando que, no caso de clientes corporativos, há opção de contratar suporte por um tempo.

Soluções terceirizadas de segurança para o XP devem continuar existindo, ainda mais porque não é só no Brasil que ele faz sucesso: é o segundo sistema operacional mais usado no mundo. Mas o XP já tem mais de 12 anos de mercado e há diversas versões do Windows mais novas, então não há garantias sobre quanto tempo durará o interesse das empresas de antivírus.

“Além disso, na medida em que mais fabricantes de software e hardware continuarem otimizando para versões mais recentes do Windows, você poderá encontrar um número cada vez maior de aplicativos e dispositivos que não funcionam com o Windows XP”, alarma a Microsoft em seu site.

 

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/fim-do-windows-xp-microsoft-recomenda-que-consumidor-compre-computador-novo/41281


Como quebrar a senha do Windows 8 usando o Linux

Para quem trabalha como técnico, manter a ética até certos níveis é indispensável – até para manter sua credibilidade, mas quando o usuário sofre de “amnésia repentina” e se esquece da sua senha de acesso ao sistema, é necessário usar meios não convencionais para contornar o problema.

É o caso do cliente que acessa pela primeira vez o seu sistema Windows 8 e não se lembra da senha criada.

Você vai precisar de:

  • Um CD/DVD com uma distribuição Linux (sugerimos o Ubuntu pela sua facilidade)
    Dica: Use o aplicativo LiLi USB Creator e crie um pendrive bootavel.
  • Paciência;

1) Troque a ordem de inicialização do boot para que ele inicie pelo CD/DVD (ou, melhor ainda pelo pendrive).

2) Assim que o Ubuntu iniciar, clique no Dash (o primeiro ícone que aparece na barra lateral do Unity – Ambiente desktop do Ubuntu).

linux2

3) Digite terminal e clique no ícone denominado Terminal.

terminalgnomeprecise

4) No terminal, digite: sudo su <enter>

5) Depois digite: fdisk -l <enter>

Observe que vão aparecer informações do disco (as informações variam de acordo com o disco, claro!).

linux1

Exemplo:

Abaixo de Device Boot, observe: /dev/sda1

7) Agora, digite: mount /dev/sda1 /mnt/ <enter>

8) Se não deu nenhum erro, vamos acessar a pasta montada (digite exatamente como está, usando, inclusive, letras maiúsculas/minúsculas).

cd /mnt/Windows/System32 <enter>

9) E agora digite: cp cmd.exe osk.exe <enter>

10) Digite: reboot <enter>

11) Tire o CD/DVD/Pendrive e deixe o computador iniciar normalmente.

12) Na tela de login do Windows 8, clique no ícone  do lado esquerdo e escolha Teclado Virtual

login

13) Na tela do terminal, que se abrirá, digite:

net user novousuario senha /add <enter>

14) Em novousuario coloque o nome que deseja usar para a nova conta e em senha defina uma senha para este usuário.

15) Feito isso, agora é necessário definir que ele tenha privilégio de administrador, para que possa ter acesso total ao sistema, portanto, no terminal ainda aberto, digite:

net localgroup administradores nomedousuario /add <enter>

16) Em nomedousuario coloque o nome que você deu a nova conta.

17) Feito isso, basta reiniciar o sistema e fazer toda alteração que deseja, inclusive apagando o usuário com problema e criando outro, ou trocando a senha dele, acessando o Painel de Controle.

Pronto!

Fonte:http://www.profissionaisti.com.br/2014/01/como-quebrar-a-senha-do-windows-8-usando-o-linux/

Autor: 

 


Dual Boot Windows 8 e Linux com UEFI e Suporte ao Secure Boot

O exemplo que vou mostrar aqui foi realizado em cima de uma placa-mãe com UEFI e suporte ao secure boot.Nesse exemplo foi usado as 2 instalações, tanto do Windows 8, como do Ubuntu 12.10, imagens de 64 bits sendo praticamente um pré-requisito para firmware UEFI, para desempenho, lembro que funciona também de 32 bits.

Observação: O Unified Extensible Firmware Interface (UEFI), em português Interface Unificada de Firmware Extensível, é uma especificação que define uma interface de software entre o sistema operacional e o firmware da plataforma. UEFI pretende substituir a interface de firmware do Sistema de Entrada/Saída Básico (BIOS), presente em todos os computadores pessoais compatíveis com o IBM PC. Na prática, a maioria das imagens UEFI fornecem suporte legado para os serviços do BIOS. UEFI pode suportar diagnósticos remotos e reparação de computadores, mesmo sem outro sistema operacional. A especificação original EFI (Extensible Firmware Interface) foi desenvolvida pela Intel. Algumas de suas práticas e formatos de dados espelham aqueles do Windows. Em 2005, a UEFI tornou a EFI 1.10 (versão final do EFI) obsoleta. A especificação da UEFI é gerenciada pelo Unified EFI Forum.

Com as 2 mídias de instalação, faça a instalação primeiro do Windows 8, ou caso ele já esteja instalado, crie as partições dentro do seu gerenciador de partições do Windows, seja na instalação ou fora. Porque? Como o Windows 8 possui o suporte a partições EFI GPT, não tem problema você instalar ele primeiro. Assim como o OSX em hardware da Apple, é necessário você particionar o disco pelo sistema já instalado, tudo porque como a UEFI não suporta partições do tipo ms dos como nas antigas BIOS, o sistema trabalha com uma grande área estendida que é reservada como um “volume” e usado pelo setor de boot. 

Este procedimento e exemplo, é apenas para que você mantenha o Windows 8′s boot manager, o gerenciador de boot do Windows como “Primary OS Boot loader”. Você pode usar o grub2? Sim!, voce pode fazer isso criando uma área (primeira partição), com até 200MB do tipo “EFI Partition” (EFI GPT), como mencionado na imagem. Mas este procedimento é mostrar que alem do dual boot com o Windows 8, vamos usar o próprio gerenciador de boot deles para arrancar a partição de boot do Ubuntu. Então após a instalação do Ubuntu, será necessário vc entrar no Windows 8, instalar uma aplicação chamada “EasyBCD community edition“, cujo seu mantenedor é http://neosmart.net/EasyBCD/ para criar as entradas de boot no Windows 8 Boot Configuration Data (BCD).

Apos você deixar um espaço para a instalação do Ubuntu dentro do sistema do mal, ops, Windows 8, então conclua a instalação ou se o sistema já estava instalado apenas inicie a instalação do Ubuntu. Mas cuidado! Para você não perder a instalação do Windows 8 é necessário clicar em “something else” ou seja, na opção que permite você configurar manualmente e redimensionar o tamanho das partições Linux, usadas pelo Ubuntu.
Observações: Você na instalação do Ubuntu vai notar que o sistema vai te conduzir criar as partições lógicas. Como o Windows ja foi instalado e a sua área de boot também, o correto é que em maquinas com EFI, somente precisam de partições lógicas, sendo que a propria partição EFI GPT ja é responsável pelo boot. E no Linux, assim que você cria a primeira partição lógica pelo uniquity, anaconda, cfdisk e parted (e não pelo fdisk), automaticamente o sistema cria a área estendida. Você somente vai precisar criar uma única partição primária para montar em /boot. (Em máquinas com BIOS existe uma limitação da MBR de até no máximo 4 partições primárias).

Ponto de atenção: Para vc não destruir o Windows 8 boot e perder tudo, basta vc instalar o grub na partição de boot, como no nosso exemplo esta em /dev/sda3 e não no /dev/sda como se fosse a antiga MBR, deixa que o Windows 8 gerencia o boot.

Procedimentos de instalação:

1) Entre na UEFI e altere o boot start para o CD/DVD e entre na instalação do sistema operacional Windows 8 normalmente.


2) Crie as partições normalmente para o Windows, que neste exemplo foi criado uma partição de 75GB. Ao concluir o procedimento note a System Reserved partition, reservado para o sistema Windows or GPT. A partição de sistema reservada sempre tem 350 MB de espaço em disco, siga os passos de finalização do sistema até ser concluída.

3) Finalizado a instalaçao do Windows 8, entre com o CD de instalação do Linux, no exemplo vamos utilizar o Ubuntu e opte pelo particionamento manual dos discos conforme a imagem abaixo. Tudo leva menos de 4,9 GB de espaço em disco, compare isso com quase 15 GB para uma nova instalação do Windows 8.

4) A primeira partição que você vai criar é a de boot, o que será montado em /boot. Bom eu sempre fiz essa partição com ext2 devido a não utilização de journaling a ela, mas você pode utilizar o ext3 ou ext4. Essa área necessita ter apenas de 250 MB a 350MB.

5) Apos criar a partição de boot para o Ubuntu, foram criadas as partições SWAP, HOME e raiz de acordo com a disponibilidade do disco.

IMPORTANTE:Vale lembrar, como mencionado antes, que a instalação do Ubuntu não é a padrão, vamos ter que respeitar que o Windows 8 esta como OS Primary na máquina, ou seja, na opção de instalação do gerenciador de boot, o grub, não opte pelo disco, como fazemos em hardware PC com a firmware BIOS diretamente na MBR, mas na partição de boot que foi montado o seu /boot, que no exemplo abaixo esta em /dev/sda3 (montado em /boot). Muito cuidado nessa hora, pois se você errar estará destruindo o OS Loader do Windows 8. Note que foi alterado, conforme a imagem acima e sendo comparada a imagem abaixo a localização de instalação do grub, o nosso gerenciador de boot em “device for boot loader installation”.

6) Última tarefa e final, é adicionar uma entrada para o Ubuntu 12.10 ao menu de inicialização do Windows 8 e existem várias opções para fazer isso, uma delas é através do rEFInd, que é utilizado pelo procedimento de dualboot em hardware da apple e que permite mesmo com os procedimentos de boot do OSX voce tenha outra informação de GUID para arranque de vários sistemas operacionais e como ja escrevi no inicio da matéria através do próprio Boot Configuration Data (BCD), que é o gerenciador de boot do Windows, através do EasyBCD, que permite editar as entradas de boot do Windows 7 e 8, conforme ja foi mencionado no começo dessa matéria. Após instalar a aplicação no Windows, basta abrir e então editar o menu conforme a imagem abaixo:

7) Apos clicar em Add New Entry ou ” Nova entrada”, selecione Linux/BSD e marque em TYPEcomo GRUB2, em NAME coloque Ubuntu 12.10 (se for o seu caso), e em DRIVE marque,“Automatically locate and load”, e então clique em ADD ENTRY, conforme a imagem abaixo:

8) Clique em “Edit Boot Menu, e em Modify Menu Entries voce pode definir quem é o principal de entrada, como fazemos na linha Default do grub e até mesmo definir a ordem de boot. Voce pode também alterar o TIMEOUT para que o Boot Loader do Windows 8 mantenha mais tempo em execução para a seleção do sistema operacional, Windows 8 ou Ubuntu em máquinas com UEFI 😉

O resultado da instalação dos 2 sistemas operacionais em hardware com UEFI é o gerenciador de boot do WIndows 8, gerenciando também o boot do Ubuntu:

Fonte:

http://www.aprigiosimoes.com.br/2012/11/22/uefi-dualboot-windows-8-com-ubuntu/

http://pt.wikipedia.org/wiki/EFI


Gerenciadores de Boot em Sistemas Operacionais

Gerenciadores de Boot

 É um sistema de multiboot, com ele é possível selecionar qual sistema operacional você deseja iniciar, caso você tenha mais de um Sistema Operacional (Windows e Linux) instalado no computador. Podemos destacar o GRUB, LILO e o gerenciador do Windows.

GRUB

Inicializando usando o GRUB

 GNU GRUB é um poderoso gerenciador de inicialização, que pode carregar uma grande variedade de sistemas operacionais livres, assim como sistemas operacionais proprietários. GRUB é projetado para lidar com a complexidade de inicialização de um computador pessoal.

 Uma das características importantes do GRUB é a flexibilidade; GRUB entende sistemas de arquivos e formatos executáveis ​​kernel, de modo que você pode carregar um sistema operacional arbitrário do jeito que você gosta, sem gravar a posição física de seu kernel no disco. Assim, enquanto os “carregadores” tradicionais mantém uma tabela de blocos no disco rígido (como o LILO), o GRUB pode rastrear o sistema de arquivos.

O processo de carregamento do sistema operacional no GRUB é feito por estágios como podemos observar a seguir:

1) O BIOS busca um dispositivo que faça o carregamento do SO (normalmente um disco rígido) e move o controle para o MBR ou Master Boot Record. O MBR é situado nos 512 primeiros bytes do disco.

2) O MBR contém o estágio 1 do GRUB. Dado o pequeno tamanho deste estágio, ele apenas carrega o próximo estágio do GRUB (que pode residir em qualquer locação do disco). O estágio 1 pode carregar o estágio 1.5 ou o estágio 2 diretamente.

3) O estágio 1.5 é localizado nos 30 primeiros Kb do disco imediatamente após o MBR. O estágio 1.5 carrega o estágio 2.

4) O estágio 2 recebe o controle, e mostra ao usuário o menu com as opções de sistemas operacionais instalados no sistema.

5) O GRUB carrega na memória o núcleo do SO escolhido (ou o padrão) e passa o controle a este núcleo. (Para sistemas operacionais não suportados totalmente pelo GRUB, o controle é passado para outro carregador que continua o processo até carregar o núcleo em memória)

 O GRUB pode ser a versão 1 (GRUB legacy) ou a versão 2:

a) GRUB 1 (GRUB legacy)

  • Sistemas de arquivos suportados: ext2/ext3, JFS da IBM, Iso9660, sistema de arquivos do MINIX, NTFS, ReiserFS, SGI’s XFS, UFS/UFS2., VFAT, assim como os sistemas FAT16, FAT32, NTFS utilizado pelo Microsoft Windows, sistema nativo VSTa.

  • O arquivo de configuração do GRUB geralmente está fixo em um lugar, que é o /boot/grub/menu.lst

  • A seguir, um exemplo de configuração para dois sistemas operacionais: Linux e Windows:

# Exemplo para dois sistemas Operacionais: Linux e Windows!
#
default=0
timeout=5
splashimage=(hd0,1)/boot/grub/splash.xpm.gz
# Partição Linux
title Fedora Core
root (hd0,1)
kernel /boot/vmlinuz-2.6.13-1.1532_FC4 ro root=/dev/hda1 vga=791
initrd /boot/initrd-2.6.13-1.1532_FC4.img
# Partição Windows
title Windows
rootnoverify (hd1,0)
chainloader +1

b) erros do GRUB

O GRUB exibe suas mensagens de erro de duas formas diferentes, uma para o primeiro estágio e outra para o segundo estágio de carregamento. Quando ocorre um erro no primeiro estágio o GRUB exibe uma mensagem compreensiva e para, o usuário deve então pressionar: <CTRL>+<ALT>+<DEL> para reiniciar .

Segue abaixo uma lista com os erros do estágio1:

- Hard Disk Error

O estágio 2 e o 1.5 estão sendo lidos do disco, e a tentativa de determinar o tamanho e os parâmetros do disco falharam.

– Floppy Error

O estágio 2 e o 1.5 estão sendo lidos de um disquete, e a tentativa de determinar o tamanho e os parâmetros do disquete falharam.

– Read Error

Ocorreu um erro na leitura do disco enquanto tentava ler o estágio 2 ou 1.5

– Geom Error

O local do estágio 2 ou 1.5 não está numa porção do disco suportado diretamente pelas chamadas do BIOS. Isso ocorre porque os parâmetros do BIOS foram mudados ou o disco foi removido para uma outra máquina ou para uma outra controladora, ou o GRUB não foi instalado usando a si mesmo (se isto acontecer, a versão do estágio 2 para esse erro deve ser vista).

A forma como o estágio 2 trata os seus erros é abortando a operação em questão, mostrando uma mensagem de erro na tela, e, se possível, continua a execução. A lista com os erros do segundo estágio pode ser encontrada em:

http://www.gnu.org/software/grub/manual/grub.html#Stage2-errors

GRUB 2

Menu de exemplo do GRUB 2

É um software Open Source. Ele é descendente do GRUB (GRand Unified Bootloader). Foi completamente reescrito para dar ao usuário flexibilidade e performance significativamente aumentadas. O GRUB anterior passa a ser referido como GRUB legacy.

a) Melhorias do GRUB 2

As melhorias em relação ao GRUB incluem :

– apoio de scripts
– módulo de carregamento dinâmico
– modo de recuperação
– menus personalizados
– temas
– suporte ao menu gráfico
– imagens iso de Live CD de boot diretamente do disco rígido
– nova estrutura de arquivos de configuração
– suporte universal a UUIDs (não apenas o Ubuntu)

b) Hierarquia de arquivos e diretórios

1-Arquivo /boot/grub/grub.cfg

É o que mais se assemelha ao /boot/grub/menu.lst do GRUB mas diferentemente desse o grub.cfg não se destina a ser editado.

Cada seção é claramente delimitada com “(### BEGIN)” e a referência do arquivo na pasta /etc/grub.d a partir da qual a informação foi gerada.

grub.cfg é atualizado executando o comando sudo update-grub e é automaticamente modificado quando há uma atualização ou instalação/remoção de kernel.

Por padrão, e sempre que o comando update-grub é executado, este arquivo é feito “somente leitura”. Isto porque a intenção é que o arquivo não seja editado manualmente.

O usuário também verá uma infinidade de arquivos *. mod na pasta /boot/grub . Esses arquivos são da natureza modular do GRUB 2 e são carregados necessariamente pelo GRUB 2.

2-Arquivo /etc/default/grub

Esse arquivo pode ser editado e configurado. Detalhes da configuração estão mais adiante em Configurando GRUB 2.

3-Diretório /etc/grub.d/

Os arquivos nessa pasta são lidos durante a execução do comando sudo update-grub e suas instruções são incorporadas ao/boot/grub/grub.cfg.

Os arquivos default nesta pasta são :

– 00_header : suas configurações normalmente são importadas de informações do /etc/default/grub e os usuários não precisam mudar esse arquivo.

– 05_debian_theme : configura splash image, cor do texto, cor de realce e tema. Na ausência de splash image esse arquivo configura um tema monocromático.

– 10_hurd : não usada.
– 10_linux : localiza os kernels para o sistema operacional em uso. Leva essa informação e estabelece os nomes apresentados no menu para estes kernels.
– 20_linux_xen : estabelece opção de maquinas em sistema de virtualização xen
– 20_memtest86+ : procura por /boot/memtest86+.bin e o inclue como opção no menu do GRUB 2.

– 30_os-prober : procura por Linux e outros sistemas operacionais. Resultados são colocados no grub.cfg baseando-se nos scripts desse arquivo.

– 40_custom : para adicionar entradas de menu personalizado que serão inseridas no grub.cfg depois de update-grub.

c) Configuração do GRUB 2

Alterações na configuração são normalmente feitas em /etc/defaul/grub e nos arquivos da pasta /etc/grub.d.
O arquivo /boot/grub/grub.cfg não deve ser editado pelo usuário; mudanças nesse arquivo são feitas pelos scripts de configuração.

Arquivo /etc/default/grub

É o principal arquivo de configuração para alterar as configurações padrão.

– GRUB_DEFAULT=0
Configura a entrada default pela posição. Como no GRUB a primeira entrada é zero, a segunda 1, etc,

– GRUB_DEFAULT=saved
Define a entrada de menu padrão com o que foi selecionado anteriormente (a última seleção).

– GRUB_DEFAULT=”xxxx”
Neste caso, a localização no menu não importa.
Exemplo: GRUB_DEFAULT=”Ubuntu, Linux 2.6.31-9-generic”

– GRUB_TIMEOUT= 5
Configura o tempo.

-GRUB_HIDDEN_TIMEOUT=0
O menu ficará oculto.

# GRUB_HIDDEN_TIMEOUT=0
O menu não será oculto

– GRUB_HIDDEN_TIMEOUT_QUIET=true
true = nenhuma contagem regressiva é exibida. A tela ficará em branco.
false = Um contador será exibido numa tela em branco durante o tempo do GRUB_HIDDEN_TIMEOUT.

#GRUB_GFXMODE=640×480
Descomente essa linha para mudar a resolução. Ela fornece resoluções suportadas pela placa de vídeo do usuário (640×480,
800×600, 1280×1024, etc). Aplica-se apenas a resolução do menu de boot.
Dica: Definindo a mesma resolução do sistema operacional o tempo de inicialização diminuirá ligeiramente.

– #GRUB_DISABLE_LINUX_RECOVERY=true
Descomente essa linha se não desejar o “Recovery” mode no menu.
“Recovery mode” para apenas um kernel, fazer uma entrada especial em/etc/grub/40_custom.

Diretório /etc/grub.d/

d) mensagens de erros comuns

– Unknown filesystem”(Sistema de arquivos não reconhecido)

– error: no such partition.
grub rescue>

LILO

Tela de boot do LILO

O nome LILO corresponde a Linux Loader, ou seja, carregador do Linux. Isto significa que o LILO gerencia o processo de inicialização da máquina, permitindo que o usuário escolha qual o sistema operacional que será executado (se houver mais de um sistema operacional residente na máquina). O LILO mantém uma tabela de blocos no disco rígido, portanto não reconhece o sistema de arquivos diferentemente do GRUB que pode rastrear o sistema de arquivos.

O LILO é configurado através de instruções existentes no arquivo/etc/lilo.conf. Um exemplo de um arquivo lilo.conf:
# Arquivo de configuração do LILO 
### Seção dos parâmetros globais do LILO 
### boot=/dev/hda vga=normal 
message=/boot/mensagem.txt prompt timeout=150
### Seção de partições do LILO 
### # Partição Linux image=/boot/vmlinuz-2.2.17 root=/dev/hda1 label=Linux read-only 
# Partição Windows
 other=/dev/hdb1 label=Windows table=/dev/hdb 
Como você pôde ver no exemplo acima, a configuração do LILO é divida em duas partes: configuração global e configuração de partições.

a) Seção de configuração Global

  • boot=/dev/hda

Aqui indica onde o LILO irá ser instalado. A maioria dos casos é ele ser instalado na MBR (Master Boot Record), que é o /dev/hda, e deve funcionar perfeitamente (a não ser que seu sistema tenha frescura). Mas se você não quiser instalar na Master Boot Record e quiser por exemplo, instalar em um disquete, substitua /dev/hda por /dev/fd0.

  • vga=normal

Esta opção indica o modo VGA que o console do Linux irá rodar. Há várias opções que deixam a tela maior, as letras pequenininhas, ou letras maiores com tela menor, o que seja. Se você colocar ‘vga=ask’, antes de bootar no sistema, ele vai te dar uma série de opções para você escolher. Cada opção irá deixar o tamanho do console diferente… Experimente! Outro jeito de mudar o tamanho do console é usando o programa SVGATextMode, que é muito melhor pois você não precisa reiniciar a máquina para escolher no LILO, qual resolução você quer.

  • message=/boot/mensagem.txt

Esta opção é combinada com a opção ‘prompt’. Antes do LILO dar o prompt, ele irá mostrar na tela o conteúdo do arquivo /boot/mensagem.txt. Você pode colocar um desenho ou qualquer coisa que quiser para ele mostrar durante o LILO. Um menu com as opções é o que a maioria das pessoas costuma colocar.

  • prompt

Indica que o LILO vai automaticamente para o prompt. Você pode não colocar esta opção, então o LILO simplesmente vai ficar esperando você apertar CTRL, ALT ou SHIFT para ativar o prompt e você poder digitar algo nele. Esta opção tem muito haver também com as outras opções ‘timeout’ e ‘delay’.

  • timeout=150

O tempo de duração que você tem para digitar algo no prompt. Se este tempo passar o LILO automaticamente vai bootar no sistema padrão. O tempo é determinado em décimos de segundos, ou seja, 150 corresponde a 15 segundos (tire/acrescente o zero do final).

  • delay=150

(Não usado no exemplo). Funciona da mesma maneira que o time out, só que ele serve para quando não se coloca o parâmetro time out. Ele vai esperar até você apertar o CTRL, ALT ou SHIFT para ativar o prompt, e se não digitar isso, boota no sistema padrão automaticamente.

  • password=1234

(Não usado no exemplo). Esta opção define uma senha para o usuário digitar toda vez que for bootar um sistema pelo LILO. Não existe forma de criptografar esta senha, então qualquer um que tiver acesso ao seu sistema poderá ver, se o arquivo /etc/lilo.conf tiver com permissão de leitura para todo mundo. Aqui a senha está como ‘1234’, mude para uma senha decente se quiser que aquele teu irmão chato não use seu computador.

  • single-key

(Não usado no exemplo). Esta opção é bem interessante. Ele permite que o usuário ao invés de digitar o nome do sistema no prompt e dar enter para bootar no sistema, possa simplesmente apertar uma tecla e pronto, o sistema boota. É muito mais prático, e é combinado com a opção ‘alias’ na configuração de partições.

b) Seção de configuração de partições

Aqui você vai colocar as partições/sistemas que vai querer bootar. Cada conjunto de linhas corresponde à um sistema diferente (veja no exemplo anterior, para um exemplo disso :)). Vejamos aqui os parâmetros para a partição Linux que definimos:

  • image=/boot/vmlinuz-2.2.17

Aqui você vai indicar onde está a imagem do kernel do Linux que você compilou ou que já vem na sua distribuição. Geralmente as imagens estão no diretório /boot (ou também na raiz), com o nome vmlinuz, ou vmlinux. No exemplo acima eu indiquei para ele usar o arquivo /boot/vmlinuz-2.2.17, que aqui é o kernel 2.2.17 que eu compilei.

  • root=/dev/hda1

Onde se encontra o seu Linux, aqui você só precisa indicar em que partição está localizado o seu sistema.

  • label=Linux

Aqui é o ‘nome’ que você vai dar para esta configuração de partição. No caso aqui é Linux, então quando aparecer o prompt do LILO (LILO boot: ), eu digito Linux, dou enter e o LILO boota o sistema. Também existe a opção ‘alias’, que é o equivalente só que para a opção ‘single-key’, descrita nas opções globais.

  • read-only

Partições Linux têm sempre de ter esta linha, pois ela indica que o LILO tem de montar a partição como somente leitura. Para que isso? Bem, no boot o Linux verifica seu sistema de arquivos, e para ele verificar, tem de estar somente-leitura. Depois que ele verifica, ele remonta a partição para leitura-escrita.

  • alias=1

(Não usado no exemplo). Esta opção é combinada com a opção global single-key. Ao invés de eu ter que digitar no prompt do LILO a palavra definida na opção ‘label’, eu apenas aperto uma tecla e ele boota. No exemplo que usei aqui a tecla para bootar a partição é o número 1.

Estas foram as opções para uma partição Linux. Se você quiser colocar uma Windows (como no exemplo que usei anteriormente), você só tem que substituir algumas coisinhas, como veremos a seguir:

  • other=/dev/hdb1

Equivale á opção ‘image’ da partição Linux. Aqui você indica em que partição seu Windows está instalado.

  • label=Windows

Mesma coisa que na partição Linux, só que aqui eu coloquei a palavra ‘Windows’ ao invés de ‘Linux’. Você pode colocar o nome que quiser à vontade.

  • table=/dev/hdb

O HD em que se encontra a partição.

Assim você poderá ir montando um arquivo de configuração com o quanto de sistemas quiser.

Nota: O sistema padrão é definido pela ordem que você coloca os sistemas na configuração de partições.

c) Mensagens de erro do LILO

Quando o LILO é carregado, ele mostra a palavra “LILO”. Cada letra é impressa na tela depois ou antes de alguma ação específica. Se o LILO falhar em alguma ação, as letras impressas na tela podem ser usadas para identificar o problema. Preste atenção que alguns digitos hexa podem aparecer depois do primeiro “L” se algum problema transitório ocorrer no disco rígido. A não ser que o LILO pare neste ponto, gerando uma corrente de erros sem fim, os digitos hexa não indicam um problema sério.

  • (nada): Nenhuma parte do LILO foi carregada. Ou o LILO não está instalado ou a partição em que o setor de boot está alocado nao está ativa.
  • L: O primeiro estágio do carregador de boot foi carregada e inicializada, mas não pode carregar o segundo estágio. O código de erro de dois digitos indica o tipo do problema. Isto geralmente indica um erro na mídia(o HD no caso) ou os parametros do HD não foram colocados corretamente.
  • LI: O primeiro estágio do carregador de boot pode carregar o segundo estágio, mas não pode executá-lo. Isto pode ser causado pelos parâmetros do HD não terem sido colocados corretamente ou por mover /boot/boot.b sem executar o instalador de map.
  • LIL: O segundo estágio do carregador de boot foi inicializado, mas não pode carregar a tabela de descrição do arquivo map. Isto geralmente é causado por um erro de mídia(HD) ou pelos parâmetros do HD não terem sido colocados corretamente.
  • LIL?: O segundo estágio do carregador de boot foi inicializado em um endereco incorreto. Isto pode ser causado pelos parâmetros do HD não terem sido colocados corretamente ou por mover /boot/boot.b sem executar o instalador de map.
  • LIL-: A tabela de descrição está corrompida. Isto pode ser causado pelos parâmetros do HD não terem sido colocados corretamente ou por mover /boot/boot.b sem executar o instalador de map.
  • LILO: Todas as partes do LILO foram carregadas com sucesso.

Windows 8

Desde o Windows XP, instalar dois Windows no mesmo computador,o que chamamos de “dual-boot”,se tornou um processo fácil e transparente. Basicamente, basta instalar o sistema mais velho primeiro e o mais novo por último e o dual-boot é criado automaticamente.

No entanto, efetuar configurações posteriores não era muito intuitivo. O Windows 8 traz algumas novidades nessa área, que prometem facilitar não somente a utilização do dual-boot, mas também suas configurações mais básicas.

Ao instalar o Windows 8 em dual-boot com uma versão anterior do Windows, como, por exemplo, o Windows 7, a tela do gerenciador de boot passa a ser exibida a cada inicialização para que o usuário possa escolher qual Windows deseja utilizar.

O gerenciador de boot foi totalmente reformulado e agora utiliza uma interface gráfica no estilo Metro para permitir a interação com o usuário através do mouse e, principalmente, de uma tela sensível ao toque, quando disponível.

Fontes

http://www.gnu.org/software/grub/manual/legacy/grub.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_GRUB

http://trainingtecnologia.com.br/grub-2/

http://www.linuxnarede.com.br/artigos/fullnews.php?id=147%5D

http://www.devin.com.br/lilo/

http://www.infowester.com/linuxlilo.php

http://www.samueldiasneto.com/doc/boot.html#erro

http://ubuntuforum-pt.org/index.php?topic=108220.0

http://www.akkiri.com/dicas/grubrescue.php

http://www.ibm.com/developerworks/br/library/l-lpic1-v3-102-2/

http://howto.cnet.com/8301-11310_39-57511894-285/how-to-dual-boot-windows-7-with-windows-8/


Administração Sistema Operacional Windows 7

 

A apostila Administração Sistema Operacional Windows 7 desenvolvido pelo autor Alessandro Cordeiro é recomendado para estudos em concursos público na área de tecnologia da informação, onde há detalhes sobre administração do sistema operacional Microsoft Windows 7. O material está divido em tópicos:

– Abordagem básica sobre o sistema

– Ferramentas de Administração do Sistema

– Configurações avançadas do Sistema

– Opções Avançadas de Inicialização

Paginas:28

Formato:PDF

Autor: Alessandro Cordeiro

Tamanho:486 KB

Download: http://preview.tinyurl.com/pl865ml

DEIXE O SEU COMENTÁRIO.